Uma viagem orbital por mundos que só existem quando você chega
Role pelo sistema solar em uma travessia cinematográfica: cada planeta emerge da poeira no instante certo, a Terra traz a Lua e um telescópio em órbita, nebulosas piscam em pequenos clarões e um horizonte de eventos distante curva o céu ao redor.
scroll = viagem + órbitas 360° · cursor = paralaxe · cada capítulo revela um novo mundo
Ato 01 · Sol e Mercúrio
A luz abre o primeiro mundo
A fotosfera do Sol pulsa com plasma e manchas, enquanto Mercúrio emerge de uma chuva de poeira mineral. O relevo de crateras, a rotação lenta e o terminador nítido são renderizados em 3D — a primeira revelação de uma sequência conduzida pelo scroll.
Ato 02 · Vênus
Uma atmosfera em movimento
Vênus entra por trás de camadas de nuvens sulfúricas, com faixas de âmbar e vórtices que ganham volume sob a luz solar. O planeta cresce, recebe foco e volta à distância conforme a câmera segue para o próximo encontro.
Ato 03 · Terra, Lua e telescópio
Um pequeno sistema vivo
A Terra aparece com oceanos, continentes e sistemas de nuvens. A Lua percorre sua órbita e um Hubble detalhado em metal, foil térmico, instrumentos, antenas e painéis solares observa o planeta enquanto cruza a frente da câmera. Aqui — como em todos os planetas — a câmera completa uma volta 360°.
Ato 04 · Marte e filamentos
Conexões feitas de matéria, não de linhas
Marte revela cânions, planícies de basalto e calotas claras. Ao redor dele, as antigas linhas de constelação dão lugar a filamentos de poeira estelar: fluxos granulares que crescem entre as estrelas, carregam luz e se reorganizam como uma teia cósmica.
Ato 05 · Júpiter
Uma tempestade do tamanho de mundos
Júpiter ocupa o quadro com cinturões turbulentos, vórtices e uma grande tempestade rubra. A câmera passa perto o bastante para que a textura deixe de parecer cor e passe a parecer atmosfera — uma massa fluida girando diante do campo estelar.
Ato 06 · Saturno
Anéis que cortam o espaço
Saturno surge inclinado, cercado por um sistema de anéis com divisões, transparências e brilho rasante. O planeta gira mais rápido que a viagem; os anéis atravessam a poeira e deixam a profundidade da cena legível mesmo quando o card se dissolve.
Ato 07 · Urano e Netuno
Os gigantes de gelo fecham o sistema
Urano chega em ciano pálido, girando quase de lado; Netuno responde em azul profundo, com tempestades escuras e nuvens claras. Os dois são revelados separadamente, cada qual com escala, textura, inclinação e velocidade próprias.
Ato 08 · Nebulosas e meteoros
O gás dispara luz; o céu responde em cor
Nebulosas violetas e azuladas respiram em camadas e piscam com pequenos clarões de relâmpago. Ao fundo, uma espiral barrada e a galáxia Olho Negro revelam braços, poeira e núcleos distintos. Meteoros branco-azulados e branco-amarelados completam a passagem.
Ato 09 · O horizonte
O vazio tem um centro
Um horizonte relativístico atravessado por plasma e um jato azulado: o disco gira devagar ao redor da sombra, ondas de calor percorrem os anéis e a luz que emana do buraco respira. O scroll completa uma volta inteira ao seu redor antes de seguir para o vazio.
Finale · escala e retorno
Uma única câmera, uma viagem contínua
Nada troca de cena. O scroll conduz a mesma câmera por centenas de unidades, desacelera para órbitas completas ao redor do Sol e de cada planeta, encontra os oito mundos em sequência e termina diante de um horizonte de eventos muito distante. Role de volta e toda a coreografia se desfaz com a mesma continuidade.